Viajar por Milhas para Orlando

Pretende viajar por milhas para Orlando? Veja neste post algumas dicas essenciais se pretende utilizar suas milhas para sua viagem.

VIAJAR POR MILHAS PARA ORLANDO

A maioria das pessoas ainda enfrenta dificuldades para entender qual o melhor caminho para acúmulo de milhas para trocas por passagens aéreas. As propagandas dos cartões de crédito falam que pagando o cafezinho no cartão de crédito, você estará mais próximo da sua emissão de passagem aérea. Será mesmo?

Este é o primeiro post, de uma série que vai te ajudar a entender definitivamente a entender como estabelecer uma estratégia de acúmulo de pontos que te possibilite trocar por passagens aéreas internacionais.

Começamos aqui com o passo a passo para que você comece a entrar neste mundo:

PRIMEIRO PASSO: QUAL O SEU OBJETIVO?

Não há um Programa que seja bom para todos, senão não haveriam tantos, não é mesmo? O primeiro passo aqui, antes de falarmos sobre os programas, é falar sobre entender qual o seu objetivo em acumular milhas.

Aqui temos um foco específico em falar das milhagens orientadas à emissão de passagens, que acaba a forma mais vantajosa de utilizar as milhas, ou seja, utilizá-las para viajar por milhas para Orlando. Troca por produtos ou outros serviços, não é o objetivo aqui da nossa série de posts.

Levando em consideração isto, te pergunto: para onde você quer viajar? Esta é a primeira questão a ser respondida. Talvez não com um destino em específico, como Orlando. Mas possivelmente com um país ou mesmo um continente.

Isto é muito importante, pois como acabamos de mencionar, diferentes programas de milhagens terão diferentes vantagens/desvantagens de acordo com o destino que você procura e de acordo também com o aeroporto que você está partindo do Brasil.

Por exemplo: Nós moramos no interior de SP, em Sorocaba. Para nós, é extremamente conveniente viajar de Campinas (80km de nós). Além disto, nós temos um foco muito específico de viagens em Orlando. Ou seja, para nossas necessidades a Azul acaba sendo uma ótima opção e por consequência, o programa Tudo Azul e empresas parceiras são o nosso foco.

Você é de SP capital e prefere sair de Guarulhos? Pesquise as cias aéreas que fazem as malhas aéreas que você está interessado. Você é do Nordeste? Quais cias tem mais a oferecer nos aeroportos que você tem por perto.

Assim começa sua decisão de qual programa de fidelidade você vai se concentrar para acumular/emitir milhas.

Mas eu sei que para você decidir dentre os programas de fidelidade, você precisará conhecer um pouco sobre eles, certo? E aqui listaremos os 5 melhores programas de fidelidade para quem mora no Brasil. E dentre eles, possivelmente você encontrará uma boa opção para colocar os seus esforços no acúmulo delas para viajar por milhas para Orlando.

SEGUNDO PASSO: MELHORES PROGRAMAS DE FIDELIDADE

Mas Pedro, você não falou que não tem melhor programa de fidelidade? Pois é, não tem. Mas tem os piores. Então antes de iniciar é importante entender que estes 5 serão os mais interessantes para cerca de 95% dos brasileiros, salve raríssimas exceções. Então, embora não exista UM melhor programa de fidelidade, existem estes que hoje são os mais completos.

Dos 5 programas de fidelidade aqui, 4 são de cias aéreas e 1 é independente. São eles:

A ideia aqui é falar em linhas gerais as características e principais benefícios de cada programa de fidelidade. Como falamos, apenas você, baseado nos objetivos de emissão, poderá dizer no final qual o melhor programa de fidelidade. Vamos lá?

LATAM PASS

O programa de fidelidade Latam Pass substitui o Multiplus. O Latam Pass tem 5 categorias, as quais oferecem benefícios de acordo com o seu nível. O programa possui 17 companhias aéreas parceiras e 27 bancos e operadoras de cartão, que transferem pontos 1:1.

Esta grande oferta de parceiros, sem dúvida, é a grande vantagem do Programa de Fidelidade Latam Pass. É oferecida uma malha aérea bem completa, tanto para voos nacionais quanto para voos internacionais.

A desvantagem, na nossa opinião, é a oscilação no número de pontos necessários para um determinado trecho. A depender da sazonalidade, um mesmo trecho pode custar 2.000 ou 13.000 milhas. A oscilação é normal, claro. Mas quando esta oscilação é desta ordem, acaba atrapalhando bastante os seus planos dentro do programa de fidelidade.

SMILES

O programa Smiles é um dos mais antigos do Brasil ainda a manter o mesmo nome. No entanto, a estrutura dele vem se modernizando, tornando o programa mais competitivo nos últimos anos. Atualmente o programa possui 3 categorias de elite, parceria com mais de 35 cias aéreas e mais de 29 instituições financeiras.

Com este número de parceiros, ele poderia ser considerado sim o melhor programa, não fosse o fato de que a malha internacional disponível no programa (principalmente Europa e Estados Unidos) é bem inferior a outros programas.

TUDO AZUL

O programa da Azul, assim como a própria cia aérea, tem excelentes níveis de satisfação dos seus usuários, principalmente em função do ótimo atendimento que oferece. O programa possui parceria com 22 instituições financeiras e frequentes promoções de acúmulos de pontos em lojas parceiras, que vamos falar adiante e é uma das grandes estratégias para acumular pontos.

Este é um dos programas que eu utilizo atualmente, principalmente por conta dos voos de Viracopos para Orlando e Fort Lauderdale. Para nós acaba sendo muito conveniente e, com boa antecedência, é possível fazer resgates com um número de pontos bem razoável.

No entanto, este mesmo fato que para mim é uma vantagem, que é da malha aérea, acaba sendo a grande desvantagem do programa. A Azul tem apenas 4 cias aéreas parceiras no programa.

MILES & GO

O programa de fidelidade Miles & Go hoje é o preferido de muitos viajantes. A TAP reformulou há alguns anos o programa, tornando muito mais competitivo. O programa tem parceria com a GOL e a Azul, sai das principais capitais brasileiras e tem parceria com a Star Alliance. Ou seja, serão muitas as opções de resgate.

Uma grande vantagem do programa são as regras claras de resgate. A cia aérea estabelece uma tabela fixa de pontos, de acordo com o destino, e os resgates dos parceiros serão sempre de acordo com esta tabela.

Além disto, importantes alterações como o clube de pontos, a frequência das promoções de transferências de pontos de bancos, o número de assentos com milhas e a validade de 3 anos das milhas, tornou este programa definitivamente um dos preferidos dos brasileiros.

LIVELO

A Livelo é hoje o grande coringa dos programas de fidelidade. Por não ser associado a nenhuma cia aérea específica, ele acaba sendo mais flexível e tendo os pontos mais valiosos do mercado.

O programa é parceiro direto do Pontos para Você, do Branco do Brasil e do Bradesco Fidelidade. Desta forma, todos os cartões vinculados a estes programas pontuam no Livelo. Também é possível transferir pontos de alguns outros bancos, como Digio, Banese Card e do clube de recompensas da American Express.

Atualmente o programa tem parceria com as principais cias aéreas do Brasil, nove empresas internacionais, além de programas de fidelidades de hotéis, para os quais é possível transferir os seus pontos.

TERCEIRO PASSO: ACÚMULO DE MILHAS

Sempre temos um amigo que fala que só viaja por milhas porque paga absolutamente tudo no cartão. Será que é assim? Vamos considerar alguns cenários aqui.

Primeiro cenário: Você gasta R$10.000 por mês em um cartão que dá 1 milha por dólar. Este cenário, convenhamos, já sai do perfil de 90% dos brasileiros, pelo valor gasto mensal. Mas, neste cenário você acumularia cerca de 2.000 milhas por mês, total de 24.000 milhas no ano. Insuficiente para sequer um trecho de voo para os Estados Unidos.

Segundo cenário. Vamos subir a régua e colocar R$20.000 por mês, neste mesmo cartão. Você teria, desta forma, 48.000 milhas. Suficiente para um trecho para os Estados Unidos e parte de mais um trecho.

Terceiro cenário. Vamos manter os mesmos R$20.000 por mês e pegar um dos melhores cartões do Brasil, que te daria 2,2 pontos por dólar gasto. Neste cenário, você teria 105.000 milhas no ano. Suficiente para 2 trechos para Europa ou América do norte, para uma pessoa.

Ou seja, seu amigo, que viaja em 4 pessoas todos os anos para os Estados Unidos por milhas, ou está gastando muito mais que o cafezinho (e que estas contas acima) ou está com uma estratégia muito boa de acúmulo de milhas. E é exatamente sobre isto que vamos falar agora.

Primeira forma de pontuar: Cartões de Créditos

Não queremos desmerecer esta forma de acúmulo de milhas. Mas ela é a apenas a primeira dentre as possibilidades e dos caminhos que te levarão a acumular o suficiente para emitir várias passagens ao ano.

A ideia deste post não é falar qual o melhor cartão para acumular milhas, mas sim te dar um horizonte do que é um bom cartão acumulador de milhas.

São dois pontos principais que você deve analisar no cartão: O primeiro e mais óbvio é quantas milhas aquele cartão em específico dá. Ou seja, o multiplicador em dólares. E o segundo é para qual programa de fidelidade estas milhas podem ser jogadas. Desta forma, a escolha do melhor cartão para os seus objetivos passará necessariamente por você ter escolhido antes o programa de fidelidade que faz mais sentido para você.

Voltando ao primeiro ponto, que é quantas milhas o cartão pode lhe dar. Um bom cartão vai dar entre 2 a 2,5 milhas por dólar gasto. São muito raros os cartões que superar esta pontuação. Cartões com o Itaucard Azul Infinite pagam 3,5 milhas para gastos no exterior. Mas aí já é outra conversa, pois teríamos que falar sobre valer a pena ou não gastar em cartão no exterior.

Portanto, considere procurar cartões que tenham esta conversão acima dos 2 pontos por dólar gasto. Alinhado a isto, você deverá procurar o cartão que vai pontuar no programa que você estabeleceu como foco. Por exemplo: faz muito pouco sentido focar em cartões Santander, caso o seu foco seja Livelo ou Tudo Azul. Pois dificilmente Livelo e Tudo Azul irão multiplicar os pontos vindos  do Esfera (programa do Santander).

(Não se preocupe, porque até o final do post iremos falar exatamente qual a nossa estratégia focada em viagens para Orlando)

Segunda forma de pontuar: Compras em Varejistas

Esta forma definitivamente irá catapultar os seus ganhos de pontos. Varejistas como Casas Bahia, Magalu e Ponto Frio pagam até 20 pontos por real gasto. Na verdade, hoje praticamente qualquer compra pode gerar pontos nos programas de fidelidade.

Entre no site do programa de fidelidade que você escolheu e veja os parceiros. Normalmente a conversão é de 1:1. Mas vale a pena esperar estas promoções (que são bem frequentes) para fazer as compras.

Olha este exemplo de uma ação das Casas Bahia com o clube Tudo Azul:

Promoção Casas Bahia

Neste promoção, você recebe uma pontuação máxima de 20 pontos a cada real gasto nas Casas Bahia. Vamos supor que você queira comprar um iPhone 12 Pro Max, que está na faixa de R$8.500,00. Só por esta compra, caso você compre no cartão co-branded Azul Itaucard, você levará 170.000 pontos, suficientes para duas passagens ida e volta de Viracopos para Orlando ou Fort Lauderdale.

E neste caso, mesmo que você não tenha o cartão co-branded, só o fato de você ser assinante do Clube TudoAzul já vai te garantir 16 pontos por real. Lembrando que há planos do Clube Tudo Azul a partir de R$39,90 por mês. Se você vai focar em um programa, você definitivamente deve pensar em assinar o Clube de Pontos do Programa de Fidelidade.

Além disto, há inúmeras possibilidades de compras, não só de itens mais caros, como um celular ou um computador. Você vai conseguir pontuações múltiplas como esta em farmácias, postos de gasolina, supermercados e muito mais. Veja a parte de parceiros do seu Programa de Fidelidade e foque os gastos nestes. Definitivamente você irá impulsionar seus ganhos de pontos desta forma.

Terceira forma de pontuar: Clubes de Pontos

Hoje todos os Programas de Fidelidade possuem Clubes, que você pode assinar e ganhar pontos mensalmente. Há desde planos onde você ganha 1.000 pontos por mês, até planos pontuando 20.000 pontos mensalmente.

Do ponto de vista financeiro, não há nenhum milagre aqui. A compra de pontos via Clube não apresenta nenhuma grande vantagem e se equivale em praticamente todos os programas de fidelidade. Mas, eu sempre recomendo assinar o Clube, por conta das vantagens que ele pode dar.

No exemplo anterior, da promoção das Casas Bahia/Tudo Azul, o simples fato de você estar no Clube Tudo Azul já eleva a pontuação de 13 pontos por real para 16 pontos por real, mesmo que você assine o pacote mais básico do Clube.

Além disto, há programas de transferência, como por exemplo da Livelo para a Miles&Go (Tap) que oferecem bônus caso você participe dos Clubes dos programas. Ou seja: Participar dos Clubes valerá sim a pena, mas participe apenas daqueles que você irá concentrar suas atenções.

QUARTO PASSO: EMISSÃO DE PASSAGENS

Por mais simples que pareça, este é um ponto que você terá que levar em consideração antes de decidir qual Programa de Fidelidade você colocará foco. Por exemplo: A Latam opera o voo direto de Guarulhos para Orlando, certo? Então, para você que quer voar para Orlando, a Latam é a melhor opção? Não necessariamente.

Neste ponto você deverá fazer uma pesquisa das passagens que você deseja emitir no futuro e entender qual o nível de pontos/oscilação dentro do programa de Fidelidade que você está procurando.

Lembra que falamos lá no início que uma das desvantagens do Latam Pass era a grande oscilação da pontuação necessária para resgate? Pois é, neste exemplo de Orlando, isto fica bem claro. É possível achar resgates com 80.000 nos dois trechos ou é possível também encontrar por 80.000 o trecho, no mesmo voo, na mesma categoria de cabine. Isto acontece em praticamente todos os programas, então por isto é muito importante entender de que forma você vai emitir a sua passagem.

Todos os Programas de Fidelidade permitem emissões em parceiros. Por exemplo: O Miles&Go permite emissão de passagens na Azul. E o melhor: Com uma tabela fixa de resgate. Você já sabe exatamente quantos pontos irá pagar para o resgate. Contudo, a emissão em terceiros sempre acaba sendo um pouco mais complexa, pois algumas vezes precisa ser feita por telefone e há uma limitação de assentos para programas terceiros.

Mas, há excelentes oportunidades nisto.  Como por exemplo no Miles&Go você pode resgatar passagens em cabine executiva na Azul (VCP>MCO) por 100.000 pontos (ida e volta). Esta mesma emissão não fica por menos de 300.000 pontos no Tudo Azul.

Então, antes de sair assinando Clube de Pontos ou Programas de Fidelidade, trace a sua estratégia. E como bônus eu vou mostrar agora para vocês a estratégia que eu, Pedro, tenho para as passagens. Lembrando que a nossa estratégia é completamente focada em Orlando/Estados Unidos. Provavelmente se o seu objetivo for voar de primeira classe na Emirates, a sua estratégia será diferente.

BÔNUS: ESTA É A NOSSA ESTRATÉGIA

A nossa estratégia para viajar por milhas para Orlando nunca foi revelada! Mas o fato é que todas nossa viagens para Orlando são resgatadas por milhas. Em alguns anos chegamos a viajar 4 vezes para os Estados Unidos. Isto requer uma boa estratégia e no nosso caso, completamente focada na Florida (seja chegando por Orlando ou por Fort Lauderdale).

A verdade é que nós utilizamos duas estratégias diferentes, uma focada em mim (PP) e outra focada na Gi. A minha é focada mais no acúmulo pago (através da compra de pontos) e da Gi é focada nos cartões de crédito/compra em varejistas.

A estratégia para viajar 4 vezes por ano (sendo que hoje somos em 3 pagantes) não é 100% baseada em gastos do dia a dia. Ela envolve colocar também um investimento mensal nos Programas de Fidelidade. A ideia não é “ganhar” passagens, mas sim adquirir por um preço menor do que seria na compra.

Sem mais delongas, vamos às estratégias:

ESTRATÉGIA DO PP

Minha estratégia: Livelo com o Clube 7.000 (R$289,90 por mês) e o Miles&Go com o Club Basic (R$468 por ano). A assinatura destes clubes, como mencionei anteriormente, não é com o foco exclusivo de acumular pontos, mas sim em participar das melhores promoções de transferência entre Livelo e Miles&Go.

O foco aqui é o seguinte: Acumular pontos no Livelo (por isto o plano mais caro no Livelo) e transferir com bônus para o Miles&Go. Sendo dos dois clubes, há promoções de até 120% de bônus na transferência Livelo > Miles&Gol. Ou seja, 100.000 pontos na Livelo se tornariam 220.000 pontos no Miles&Go.  E a partir do Miles&Go nós fazemos a emissão das passagens na Azul, que é parceira do programa.

Nós utilizamos esta minha estratégia principalmente para viagens mais a longo prazo (6 a 9 meses), pois os assentos são mais limitados. Mas vale muito a pena, principalmente para emissão de passagens em classe executiva (100.000 pontos ida e volta).

Caso você vá focar apenas nesta estratégia, considere utilizar um cartão de crédito vinculado ao programa Livelo (principalmente os do Banco do Brasil e Bradesco).

No entanto, como eu disse anteriormente, esta estratégia é um pouco limitada, uma vez que os assentos disponíveis na Azul para o Miles&Go são limitados. Desta forma, nós temos uma outra estratégia, baseada em poder emitir passagens com mais agilidade e menos antecedência. E esta é a estratégia da Gi.

Na prática, quanto custariam as passagens nesta estratégia?

Vamos considerar a compra de pontos, que é a forma mais conservadora de pontuar no programa. Você consegue comprar 100.000 pontos Livelo por R$4.242,00, sendo do Clube Livelo (ou até menos, em promoções).

Ou seja, na transferência destes pontos, você teria 200.000 milhas no Miles&Go.  Suficiente para emitir 2 passagens ida e volta para Orlando, pela Azul. Estas 2 passagens custariam pelo menos R$16.000,00 na compra com a própria cia aérea.

Mas lembrem-se: Os assentos para terceiros são limitados e você vai ter que ter muita paciência para achar as passagens que você quer. Mas, se achar, a economia é de 60%, 70%. Incrível não?

ESTRATÉGIA DA GI

A estratégia da Gi é focada diretamente no programa Tudo Azul e emissão direta na Azul. Ou seja, aqui utilizamos cartões de crédito que são bons para transferência para o Tudo Azul (Itaú, por exemplo) e assinamos o Clube Tudo Azul (1.000 por R$39,90).

Desta forma, aproveitamos a transferência de pontos dos cartões com bônus também (normalmente de 90% a 110%) e também utilizamos aqui a compra nos varejistas. Frequentemente há promoções de 12 a 20 pontos por real gastos no Magalu e Ponto Frio. Como mostramos anteriormente, uma compra de iPhone, por exemplo, pode já garantir duas passagens em classe econômica para os Estados Unidos.

Esta estratégia nos permite resgatar passagens em classe econômica a 70.000 a 100.000 pontos ida e volta. Embora seja um pouco mais “caro” que emitir com o Miles&Go, acaba sendo mais rápido e garantido, pois é diretamente na Azul.

Na prática, quanto custariam as passagens nesta estratégia?

Como aqui utilizamos pontuação de cartão de crédito + compra em varejistas, o cálculo do custo das passagens fica um pouco diferente.

Eu gosto de fazer a seguinte conta: Vamos supor que você compre o iPhone que citamos aqui como exemplo, certo? Aqui no Brasil ele fica em R$7.900 à vista. Nos Estados Unidos, você pagaria em torno de R$6.200 ao câmbio de hoje. Ou seja, para comprar no Brasil, você estaria pagando R$1.700 a mais, certo?

E como dissemos, na compra deste iPhone, você vai “ganhar” milhas suficientes para 2 passagens, certo? Estas duas passagens custariam em torno de R$5.500 a R$6.000.

Na prática, você estaria pagando os R$1.700,00 de diferença nas duas passagens, e economizando esta diferença para os R$6.000,00.

E claro, esta é apenas a conta direta que fazemos. Com a utilização do cartão de crédito para todos os gastos possíveis no seu dia a dia, você vai acumular milhas, que vai baratear esta conta que fiz, nas duas estratégias.

CONCLUSÃO

Nós tentamos aqui ser abrangentes e colocar as informações mais importantes para que você possa viajar por milhas para Orlando. Mas ao mesmo tempo, não quisemos entrar em detalhes sobre cada cartão, cada programa, cada emissão, cada parceiro.

O fato é que apenas este post não será suficiente para você entender tudo que precisa. Mas ele servirá como um roteiro para você pesquisar todas as informações que precisa. Se você tem um objetivo diferente do nosso, que é Estados Unidos, com certeza você terá uma estratégia diferente. E por isto recomendo que pesquise, pois com a estratégia certa você conseguirá viajar mais e melhor!

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Disneyland Paris vai exigir “Health Pass”

A partir do dia 21 de julho a Disneyland Paris vai exigir “Health Pass” para quem estiver completamente vacinado.

O passe será obrigatório para quem for em eventos com mais de mil pessoas, ou seja, para quem for nos parques da Disney em Paris. Uma pessoa é considerada completamente vacinada e pode visitar os parques quando os seguintes períodos se passaram desde a vacinação:

  • 7 dias após a segunda dose de vacinas com duas doses (Pfizer, Moderna e AstraZeneca);
  • 4 semanas após a vacina de dose única (Johnson & Johnson);
  • 7 dias após a primeira dose da vacina para pessoas que já tiveram COVID-19.

De acordo com o site da Disneyland, se você não for vacinado, você terá que:

  • testar negativo nas últimas 48 horas (PCR ou Antígeno);
  • ter tido COVID-19: o resultado de um teste de RT-PCR ou Antígeno positivo, atestando que o indivíduo foi infectado em um período de pelo menos 11 dias e menos de 6 meses se passou desde o resultado do teste foi obtido (considerado como um certificado de recuperação).

Ou seja, se você precisar fazer o teste (não tiver o Health Pass) e quiser visitar a Disneyland Paris você pode agendar os exames PCR aqui. (para o antígeno não precisa agendar).

Para quem não é francês os valores são de UR 45.01 para o antígeno em  minutos e EUR 63.89 para o PCR. E lembrando que estes testes são válidos por 48 horas, então se for visitar mais de dois dias de distância, precisa fazer de novo.

A partir do dia 30 de agosto, os visitantes que tiverem entre 12 e 17 anos também terão que ter o Health Pass, já que a obrigatoriedade do dia 21 de julho é apenas para maiores de 18 anos.

Sabemos que a Disneyland Paris vai exigir “Health Pass” para seguir as recomendações do governo francês e evitar coisas mais sérias para que o turismo retorne com tudo. Estamos super animados com as notícias!

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Canadá: brasileiros vacinados serão aceitos

A partir do dia 7 de setembro os brasileiros vacinados por completo serão aceitos no Canadá.

Mas para quem foi vacinado completamente (2 doses para aquelas vacinas que precisam) pelas vacinas da AstraZeneca, Pfizer Biotech, Moderna e Jansenn pelo menos 14 dias antes da entrada.

E claro, isso acontecerá se “a situação no Canadá se mantenha favorável”. Além disso, para os visitantes que saem dos Estados Unidos, as fronteiras abrirão um pouco antes, no dia 9 de agosto.

Ainda não há nenhuma menção na possibilidade de que a CoronaVac seja aceita. Mas estamos na torcida. A CoronaVac é uma das vacinas mais amplamente aplicadas no Brasil.

Como isso vai acontecer?

Quem for visitar o Canadá terá que completar o programa ArriveCAN por aplicativo ou no portal oficial para enviar suas informações e ter uma cópia digital ou impressa a todo momento em sua viagem.

Além do preenchimento do formulário comprobatório citado anteriormente, o teste de PCR negativo também será solicitado, mesmo aos vacinados. E olha só, os voos do Brasil e Toronto voltam no dia 3 de setembro pela AirCanada.

Quem aí gostou da notícia que os brasileiros vacinados serão aceitos no Canadá?

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SeaWorld dispensou o agendamento das visitas

Toda boa notícia deve ser comemorada. Hoje foi anunciado que o SeaWorld dispensou o agendamento das visitas dos parques.

O parque já havia anunciado em relação à mudança da política do uso de máscaras nos parques anteriormente. Agora, não é mais necessário agendar o dia da visita ou comprar ingresso com data específica de utilização. De todo modo, hoje, o parque tem a abertura das 9h até as 22h, você pode verificar certinho o horário no site oficial para não perder nada.

A Universal nunca utilizou um sistema de agendamento para visitação dos parques e ao que tudo parece, a Disney vai continuar com o Park Pass.

Animados com a notícia de que o SeaWorld dispensou o agendamento das visitas? Planeje sua viagem com a nossa agência, a Orange Viagens.

Castelo Magic Kingdom

Show de fogos da Disney vai ser retomado em 1º de julho

Essa é a mais uma boa notícia que tivemos: o show de fogos da Disney vai ser retomado em 1º de julho deste ano.

O dia 1 de julho vai ser marcado como o dia da retomada dos shows de fogos. O “Happily Ever After” não acontecia desde o dia 15 de março de 2020, dá pra acreditar? Outro show que vai fazer parte é o “Epcot Forever” que originalmente era para ter sido lançado em 2020 e entrar no lugar do “Harmonious”.

Quer se planejar e garantir os melhores preços para os ingressos dos parques da Disney? Entre em contato com a nossa agência, a Orange Viagens.

Calendário do Halloween da Disney Boo Bash! 2021

A Disney liberou Calendário do Halloween da Disney Boo Bash! para 2021, confira!

Os ingressos para o evento que substituirá o Mickey’s Not So Scary Halloween Party, que terá três horas, estarão à venda à partir do dia 15 de junho. Para quem é hóspede de hotéis selecionados da Disney as reservas dos ingressos começa em 8 de junho.

QUANTO CUSTA A FESTA BOO BASH! 2021

Em agosto, os ingressos vão custar a partir de USD 129 – USD139 + impostos.
Em setembro, vão começar por volta de USD 159 – USD 169 + impostos
E em outubro, à partir de USD199 + impostos.

Os titulares do passe anual e os membros do Disney Vacation Club podem aproveitar um desconto de USD 10 para noites de eventos em agosto e setembro. Ah, e lembrando que há um número de ingressos limitado disponível.

O Disney After Hours Boo Bash dará direito a admissão no Magic Kingdom a partir das 19h00, dando oportunidade de aproveitar o parques antes que o evento comece. Na maioria das noites, o evento começa as 21h00, porém, alguns dias, o evento pode começar as 21h30.

ONDE COMPRAR

Os ingressos vão poder ser adquiridos através do site oficial, ou através de agências de viagens credenciadas pela Disney, como a nossa, a Orange Viagens. 

CALENDÁRIO DO HALLOWEEN DA DISNEY BOO BASH! 2021

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