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O que fazer em Nova York

Próximo da viagem e não sabe o que fazer em Nova York? Vamos dar algumas dicas para você escolher as atrações em seu roteiro.

No geral, o recomendado é que você separe entre 3 a 7 dias para visitar Nova York. Mas, porque? Menos que 3 dias, sua janela fica pequena, ou seja, vai ser muito corrido e você não vai ver o básico da cidade. Em contrapartida, uma programação de mais de 7 dias talvez lhe dê dias demais no destino. Contudo, nunca vai faltar o que conhecer e fazer de novo nessa cidade.

O QUE FAZER EM NOVA YORK

As possibilidades do que fazer em Nova York são diversas. A cidade é uma das maiores do mundo e, além disso, você pode encontrar programas de todos os tipos e para todos os gostos. Por isso, vamos começar pelo básico, ok?

Estátua da Liberdade

estatua da liberdade

LOWER MANHATTAN – A estátua da liberdade é um dos pontos mais icônicos da cidade de Nova York. Por isso, você não pode deixar de dar pelo menos uma passadinha por lá! Para isso, você pode adquirir os ingressos no local ou comprá-los pelo GO City Card. E essa aqui é uma dica de ouro, vale muito a pena mesmo.

Além disso, outra alternativa para economizar é fazer o ferry entre as ilhas e avistar a estátua mais de longe, sem necessariamente fincar os pés na atração.

Visitar um observatório

MIDTOWN – Se você assistiu qualquer clássico do cinema, você provavelmente já tenha visto o Empire State Building. O passeio que lhe dá a oportunidade de conhecer a vista de um um dos mais famosos prédios da cidade. Vale super a pena!

Igualmente lindo, o outro observatório da cidade é o The Edge. Porém, este, foi inaugurado em 2020 e conta com um chão de vidro que rende boas fotos.

E por último, o Top of the Rock. A vista do The Rockefeller Center é linda e a subida até os andares de cima contam com diversas paradas para fotos divertidas. Você pode encontrar até o King Kong no meio do caminho.

Nos meses frios, em frente ao Rockefeller Center, é montada uma pista de patinação no gelo

A dica para todos esses observatórios é ir em dias de semana. Desse modo, você evita muitas filas dos finais de semana.

Central Park

central park nyc

UPPER MANHATTAN – Outro cenário clássico dos filmes americanos é o Central Park, um dos maiores parques públicos do mundo. Como a extensão é imensa, recomendamos que reserve pelo menos meio dia para visitá-lo. Porém, o ideal mesmo seria um dia inteiro.

O Central Park é o maior parque urbano do mundo, com 4 km de comprimento e 800 metros de largura. Ou seja, para tirar fotos nas várias paradas que ele oferece (como a Strawberry Fields) e caminhar em meio as árvores vendo esquilos como um nova-iorquino demanda um bom tempo.

mosaico imagine Strawberry Fields
Mosaico no Strawberry Fields – jardim em homenagem a John Lennon

Portanto, se quiser conhecer os principais pontos deste parque mundialmente famoso, o recomendado aqui é reservar um dia inteiro da sua viagem e alugar uma bicicleta. Desse modo, você cobre uma extensão maior, não se cansa e faz tudo com calma.

Times Square

MIDTOWN – Sabe aquele momento que a música “Neeeew Yoooooork” começa a tocar na sua cabeça? É, com certeza, no momento em que você fica entre as luzes da Times Square à noite que isso vai acontecer.

É um passeio legal para se fazer de dia pois fica menos movimentado do que a noite. Porém, o lugar fica muito mais mágico sem a luz do sol. Portanto, você não pode deixar de visitar esta parada à noite. Vai lhe render muitas fotos lindas!

Se você for entre o fim da primavera e o inverno, o sol desce mais cedo. Quando eu fui, já estava noite praticamente às 16h. Ou seja, você não precisa esperar até muito tarde para curtir a noite por lá. A não ser que você esteja com planos de passar o Revéillon. Neste caso, já vamos deixar avisado que vai demandar muita energia, paciência e casacos pesados. É o que se paga pelo clássico de passar a virada de ano aqui.

Brooklyn Bridge

LOWER MANHATTAN – Outra parada que rende aquelas fotos legais e também uma boa caminhada é a ponte do Brooklyn (a ponte tem quase 2km de extensão).

É possível atravessá-la de ambos os lados, tanto saindo do lado de Manhattan, quanto do lado do Dumbo. Porém, indicamos que você o faça de fora para dentro.

Isso porque lá perto do Dumbo não tem muita coisa para se fazer por perto. Apenas alguns restaurantes pequenos. Ou seja, desse modo você consegue aproveitar melhor.

O Dumbo talvez não seja tão famoso como os locais que já citamos aqui. Porém, caso você já tenha programado a ponte do Brooklyn em seu roteiro, considere adicionar esse ponto de parada também (ou como ponto de partida). Vai custar muito pouco tempo para tirar uma fotinho clássica por lá.

O local geralmente começa a lotar de turistas por volta das 10h da manhã. Por isso, tente chegar mais cedo por aqui.

Grand Central Terminal

grand central terminal nyc

MIDTOWN – Uma parada interessante é o terminal central que tem uma construção incrível. Vale super a pena! Dá pra passar na praça de alimentação, em um mercadinho super simpático e também em uma das lojas da Apple. Além disso, nas estações dos metrôs é possível curtir os mosaicos e ver artistas locais se apresentando.

A estação central é um terminal enorme e lindo. O seu teto representa o céu mediterrâneo no inverno e é preenchido com 2500 estrelas colocadas na “perspectiva de Deus”. Ou seja, ao contrário do que veríamos.

Museus

VÁRIAS LOCALIZAÇÕES – Há uma série de museus legais para se visitar em Nova York. Gostamos bastante do Museu Americano de História Natural (que da pra entrar só por um dólar se você entrar pelo lado do aquário), do 9/11 Memorial Museum, Metropolitan Museum of Art, museu Solomon Guggenheim e do MoMa. Mas existem várias opções.

Outros pontos legais

Até agora citamos os principais pontos. Porém, você consegue adicionar paradas entre eles que fazem toda a diferença. Veja outros pontos super legais para visitar em Nova York que deixamos de citar:

Em Upper Manhattan

  • Harlem

Em Midtown Manhattan

  • 5ª avenida
  • Broadway
  • Herald Square
  • Madison Square Garden
  • Bryant Park
  • Biblioteca Pública de NYC
  • Sede da ONU
  • Chelsea Market
  • Hudson Yards: The High Lane, The Vessel, The Shed

Em Lower Manhattan

  • City Hall Park
  • Memorial de 11 de setembro
  • Oculus Center
  • Trinity Church
  • Charging Bull
  • The Wall Street – distrito financeiro
  • Bowling Green (o parque mais antigo da cidade)
  • The Battery Park
  • SoHo
  • ChinaTown
  • Stone Street

E aí, tá faltando algum item dessa lista que você considera imperdível?

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Taxa de resort em Nova York: o que mudou na lei em 2026

Desde 21 de fevereiro de 2026, a pergunta que dá título a esta página mudou de natureza em Nova York. Uma regra do Departamento de Proteção ao Consumidor e ao Trabalhador da cidade (DCWP) passou a exigir que qualquer preço de hotel anunciado para Nova York já apareça com todas as taxas obrigatórias embutidas — a chamada resort fee, a destination fee, a facility fee e qualquer outro nome que a cobrança receba.

Ou seja: procurar “hotel que não cobra taxa de resort” deixou de ser o caminho para não ser surpreendido. O caminho agora é comparar o preço total, que por lei precisa estar visível antes de você pagar. Um hotel que cobra US$ 30 de taxa e outro que não cobra nada aparecem, desde fevereiro, na mesma régua. Esta página explica a regra nova, mostra quanto de imposto entra na conta de Nova York — e explica por que retiramos a lista de hotéis que publicávamos aqui desde 2021.

Resposta curta

Desde 21/02/2026, hotéis e sites de reserva que vendem estadias em Nova York precisam exibir o preço total com todas as taxas obrigatórias incluídas. A taxa de resort não foi proibida — ficou obrigatória de aparecer no preço anunciado. Some ainda 14,75% de imposto mais US$ 3,50 por diária em taxas fixas, que não entram nessa regra.

O que mudou em Nova York em 21 de fevereiro de 2026

A prefeitura de Nova York anunciou em 21 de janeiro de 2026 uma regra final do DCWP contra o que chama de junk fees em hotéis, com vigência a partir de 21 de fevereiro de 2026 (anúncio oficial da prefeitura, consultado em 24/09/2026). O que a regra determina:

  • Preço total à vista. O valor final, com todas as taxas obrigatórias, precisa aparecer de forma tão destacada quanto a diária anunciada.
  • Natureza, finalidade e valor de cada taxa. Não basta dizer que existe uma taxa: é preciso dizer o que ela é, para que serve e quanto custa.
  • Política de caução e bloqueio no cartão. O hotel precisa informar antes o valor padrão do bloqueio, em que situações ele é retido e em quanto tempo costuma ser liberado. Este ponto vai além da regra federal.
  • Vale também para os sites de reserva. A regra alcança qualquer empresa que ofereça estadias em Nova York ou para consumidores de Nova York — inclusive plataformas e agências online.
  • Multa. US$ 525 na primeira infração, US$ 1.050 na segunda e US$ 3.500 a partir da terceira. O descumprimento é tratado como prática comercial enganosa pela lei de defesa do consumidor da cidade.

A regra de Nova York se soma a uma regra federal que já valia: a Rule on Unfair or Deceptive Fees, da FTC, em vigor desde 12 de maio de 2025 em todo o país, para hospedagem de curta duração e ingressos de eventos (FTC, consultado em 24/09/2026).

Um ponto que costuma ser mal lido nas duas regras: nenhuma delas proíbe a taxa. A própria FTC escreve que a regra “não proíbe nenhum tipo ou valor de taxa”. O que as duas proíbem é esconder a taxa do preço anunciado. Hotel em Nova York pode continuar cobrando destination fee de US$ 40 — só não pode mais anunciar a diária sem ela.

Quanto de imposto entra na diária em Nova York

Imposto é outra coisa, e continua fora do preço anunciado. Em Nova York a conta tem duas partes: um percentual sobre a diária e valores fixos por noite. Esta é a composição, conferida nas fontes oficiais em 24/09/2026:

ComponenteQuantoQuem cobra
Imposto sobre vendas (estadual + municipal + sobretaxa MCTD)8,875%Estado de Nova York
Hotel Room Occupancy Tax5,875%Cidade de Nova York
Subtotal percentual14,75%—
Parcela fixa do Hotel Room Occupancy Tax (diária acima de US$ 40)US$ 2,00 por noiteCidade de Nova York
New York State Hotel Unit FeeUS$ 1,50 por noiteEstado de Nova York
Subtotal fixoUS$ 3,50 por noite—

Correção em relação ao que esta página afirmava antes: publicávamos aqui que os US$ 3,50 por diária eram “imposto municipal”. Não são. São duas cobranças de origens diferentes: US$ 2,00 da cidade (a parcela fixa do Hotel Room Occupancy Tax, que é escalonada por faixa de diária e chega a US$ 2,00 em quartos de US$ 40 para cima, conforme o Departamento de Finanças de Nova York) e US$ 1,50 do estado (o Hotel Unit Fee, que o boletim TB-ST-331 do Departamento de Tributação do Estado de Nova York descreve como “US$ 1,50 por unidade por dia de ocupação na cidade de Nova York”). A alíquota de 5,875% do imposto de ocupação está em vigor desde 20 de dezembro de 2013, segundo o portal 311 da prefeitura.

Na prática, numa diária de US$ 200 por 5 noites: US$ 1.000 de hospedagem + US$ 147,50 de percentual + US$ 17,50 de taxas fixas = US$ 1.165, antes de qualquer destination fee.

A taxa também é tributada

Um detalhe que quase não circula em português: a taxa obrigatória não passa imune ao imposto. O boletim do Departamento de Tributação do Estado de Nova York define “rent” como “o valor que os hóspedes precisam pagar para ficar no quarto” e registra que cobranças adicionais do hotel “podem ser tributadas como parte da cobrança pela ocupação, ou podem ser tributadas como serviços autônomos”. Pelos dois caminhos, o imposto incide. Por isso, quando um comparador de terceiros publica uma destination fee de “US$ 45,90”, o que você está vendo costuma ser US$ 40 mais os 14,75% — e não um valor esquisito escolhido pelo hotel.

Por que a lista de hotéis saiu desta página

Esta página publicava, desde maio de 2021, uma lista de 19 hotéis de Manhattan com diária estimada em dólares, café da manhã e política pet friendly. A lista saiu inteira, e não por suspeita sobre nenhum dos hotéis. Saiu por três motivos:

  1. Os valores eram de 2021. Diária de hotel em Manhattan não é um número estável, e publicar “USD 125” em 2026 não informa: desinforma.
  2. A lista tinha um erro de origem. O Fairfield Inn by Marriott New York Manhattan/Fifth Avenue, no 21 W 37th Street, aparecia duas vezes na mesma lista, com dois preços diferentes (US$ 125 e US$ 120). Nenhum dos dois foi reapurado.
  3. Nenhuma rede publica tabela estável de taxa por hotel. A política de destination fee muda sem aviso e por propriedade. Uma lista de “quem não cobra” nasce velha.

Um comparador independente de taxas consultado em 24/09/2026 listava 235 hotéis em Nova York com alguma cobrança obrigatória além da diária — de US$ 14,91 a US$ 58,52 por noite, valores já com imposto. Registramos esse número como fonte secundária, não apurada por nós, e justamente por isso não reproduzimos a lista: o próprio comparador avisa que pode haver hotéis que ele desconhece.

Como conferir, em 4 passos, antes de reservar

  1. Vá até a tela de pagamento sem pagar. Desde fevereiro de 2026 o total com taxas obrigatórias precisa aparecer ali, tão destacado quanto a diária. Se só aparecer no fim, o preço anunciado provavelmente está irregular.
  2. Procure o nome da taxa, não a palavra “resort”. Em Nova York ela quase nunca se chama resort fee. Procure destination fee, facility fee, urban fee, amenity fee e hospitality service charge.
  3. Separe o que é taxa do hotel e o que é imposto. Os 14,75% e os US$ 3,50 por noite são do governo e vão aparecer em qualquer hotel. A destination fee é do hotel e é ela que varia.
  4. Pergunte o valor do bloqueio no cartão por escrito. A regra nova obriga o hotel a informar o valor padrão, quando ele é retido e em quanto tempo é liberado. Guarde a resposta na confirmação da reserva — é o que resolve discussão no check-out.

Se a taxa de resort e o depósito caução ainda soam como a mesma coisa, vale ler antes o nosso texto sobre a diferença entre taxa de resort e depósito caução, que explica as duas cobranças separadamente.

O que esta página não afirma

  • Não indicamos hotéis em Nova York que não cobram taxa. Não existe tabela pública e estável dessa política por propriedade, e a nossa lista de 2021 não foi reapurada.
  • Não publicamos diária. Preço de hotel em Manhattan varia por data e por demanda; qualquer número aqui envelheceria em semanas.
  • Não medimos o grau de cumprimento da regra nova. Ela entrou em vigor em fevereiro de 2026 e não conhecemos levantamento público e independente sobre quantos hotéis já se adequaram.
  • Não somos fonte jurídica. Os valores de multa e o alcance da regra estão aqui como informação ao viajante, extraídos do anúncio oficial da prefeitura e de análise jurídica publicada; a redação oficial da regra é que vale.

Perguntas frequentes

A taxa de resort foi proibida em Nova York?

Não. Nem a regra de Nova York nem a regra federal da FTC proíbem a cobrança. As duas obrigam o hotel a incluí-la no preço anunciado e a explicar o que ela é. O hotel pode cobrar; não pode esconder.

Quanto é o imposto de hotel em Nova York?

14,75% sobre a diária (8,875% de imposto sobre vendas mais 5,875% do Hotel Room Occupancy Tax), mais US$ 3,50 por noite em valores fixos: US$ 2,00 da cidade e US$ 1,50 do estado, para quartos acima de US$ 40 a diária.

O site de reservas também precisa mostrar o preço total?

Sim. A regra de Nova York alcança qualquer empresa que ofereça estadias na cidade ou para consumidores da cidade, incluindo plataformas e agências online.

Dá para pedir o reembolso de uma taxa que não foi informada?

A regra trata o descumprimento como prática comercial enganosa e prevê multa ao hotel, aplicada pelo DCWP. Ela não estabelece devolução automática ao hóspede. A reclamação vai ao DCWP; a devolução depende do caso.

Também sobre Nova York

Se a viagem a Nova York está sendo montada agora, estes dois textos do acervo continuam úteis: cinco formas de economizar em Nova York e o que fazer em Nova York.

Fontes primárias consultadas em 24 de setembro de 2026: anúncio da Prefeitura de Nova York e do DCWP sobre a regra de taxas de hotel; Federal Trade Commission, Rule on Unfair or Deceptive Fees; Departamento de Tributação e Finanças do Estado de Nova York, boletim TB-ST-331; Departamento de Finanças da Cidade de Nova York e portal NYC311, Hotel Room Occupancy Tax. Fontes secundárias, identificadas como tais no texto: análise jurídica sobre a regra do DCWP e comparador independente de taxas de hotel.

Atualizado em 24 de setembro de 2026 pela Redação do Roteiro em Orlando.

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5 Dicas para economizar em Nova York

Nova York é uma das cidades com acomodações e custo de vida mais caros nos Estados Unidos. E com o tanto de promoções que aparecem de passagens aéreas, quem é que não tem aquela vontade de comprar?! Com o dólar instável e a essas alturas, como podemos realizar o sonho de conhecer a tão querida Big Apple com budget reduzido?! Vamos dar 5 dicas para economizar em Nova York!

dicas para economizar em Nova York

1. Faça tudo a pé ou utilize os transportes públicos

Caso opte em se hospedar na ilha de Manhattan (que apesar das hospedagens serem mais caras que a média, vale muito a pena e é o melhor custo benefício) dependendo da localização, coloque um sapato confortável no pé e saia andando!

Nova York é apaixonante a cada esquina e por suas ruas e a avenidas serem numeradas (as avenidas cruzam a ilha de Norte a Sul e as ruas, de Leste a Oeste) é bem fácil de andar por lá!

Quando necessário e quiser, utilize o metrô, possui ticket semanal com uso ilimitado e algumas estações trabalham 24 horas. O metrô conecta os 4 distritos – Manhattan, Queen, Bronx e Brooklyn.  Ou seja, caso opte por economizar um pouco na hospedagem e ficar em algum dos distritos vizinhos você terá acesso fácil a ilha de Manhattan.

O trânsito na ilha é um dos piores do mundo, por isso, evitem o uso do carro, mas caso precise, o Uber funciona perfeitamente lá e claro, tem os famosos táxis amarelos que vemos em filme (mas esses não são muito baratos).

2. Aproveite os museus gratuitamente ou com contribuição sugerida!

Nova York é rodeada de museus…e alguns deles, inclusive os mais famosos trabalham com “contribuição sugerida” ou dias específicos no mês grátis.

Alguns exemplos:

  • MoMa (Museum of Modern Art): Entrada gratuita às sextas das 17:30h às 21h. Preço normal: U$25
  • American Museum of Natural History: Contribuição sugerida (U$25)
  • Museum of the City of New York: Contribuição sugerida (U$14)

Esse ingresso de contribuição sugerida não pode ser comprado com antecedência, visto que os ingressos que irão vender online são com os preços exatos dessa “contribuição sugerida”. Caso deseje pagar outro valor, deve-se dirigir a bilheteria do museu e “pay what you wish” ou seja, pagar o que desejar, pode ser moedas, 1 dólar, ou realmente quanto achar que vale a entrada pro Museu!

3. “Use e abuse” dos passeios nos parques ?

O Central Park, mais conhecido parque de NY, é maravilhoso e ótimo para um passeio. Ele é enorme e é possível passar horas e horas lá (até dias) e não conhecer tudo. Se você visitar NY no verão ou em dias mais quentes, não deixe de passar um tempo lá e aproveitar um pouco do sol nova iorquino rs.

Nova York é cheia de parques e vale muito a pena conhecer, como por exemplo: High Line Park, Bryant Park, Madison Square Park, Brooklyn Bridge Park, entre outros!

dicas para economizar em Nova York

4. Outro passeios gratuitos… inclusive a Estátua da Liberdade!

Sabe aquela estação central em NY que é utilizada de cenário pra muitos filmes?! Conhecida como Grand Central, é um lugar que não pode faltar no seu roteiro de viagem.

Outras opções gratuitas: Wall Street e a famosa estátua do touro de Wall Street, Memorial 11 de Setembro e claro a Times Square.

Há uma maneira de ver a Estátua da Liberdade de graça também – você não chega na base dela – mas é um passeio super legal principalmente pra tirar fotos dos famosos “arranhas céus” de NY . Basta pegar a ferry no “Whitehall Terminal” com direção para “Staten Island”. O percurso total dura em média 50 minutos (25 min de ida e 25 min de volta). 

5. Ingressos Broadway mais baratos!

O sonho de assistir a algum show da Broadway é de muitos né? Mas não são todos que conseguem pagar os preços dos shows. Há 2 maneiras de conseguir ingressos mais baratos:

A primeira é conhecida como “rush tickets”. Esses tickets são vendidos com desconto na bilheteria do teatro para espetáculos que vão acontecer naquele dia. É necessário ir na bilheteria bem cedo (na hora da sua abertura) e perguntar se para o espetáculo do dia tem algum “rush ticket” sobrando.

A segunda maneira é a “lottery”, e como o nome diz, é a loteria. E funciona da seguinte maneira: com pelo menos 2 horas e meia antes do espetáculo começar você se direciona na bilheteria do teatro onde vai ocorrer o espetáculo e dá o seu nome. É realizado então, um sorteio, de todos os lugares que não foram vendidos.

Nem todas as peças possuem o sistema de “rush tickets” e “lottery” por isso é essencial que pesquise e se informe com relação ao show que desejar.

Dica bônus!

Outra forma de economizar uma grana em Nova York, é aproveitar o GOCard ou o CityPass que dão um belo desconto nas atrações pagas. Vale muito à pena e até ajuda à evitar filar com o seu ticket já comprado. É possível adquiri-los no site oficial (considerando dólar cartão + IOF) ou através de agências de viagem como a nossa, a Orange Viagens.

Apesar da Big Apple ser conhecida pelo custo de vida alto, tem várias opções de atrações gratuitas e várias maneiras de economizar em sua viagem! Acima citamos apenas algumas delas. Esperamos que essas 5 dicas para economizar em Nova York ajude vocês no planejamento de sua viagem!

Aqui no nosso blog, você também pode encontrar posts de outros destinos, como das Disneys pelo mundo! E, para mais informações do turismo em Nova York, podem acessar os sites NYC The Guide Official e I Love NY!